Apetece-me escrever um texto que ninguém perceba mas como hoje foi o primeiro dia de aulas, fiquei com uns quantos neurónios a menos por isso vou escrever coisas que nem eu percebo *_*
Ó tu que varreste as migalhas, os grãos, as pessoas, o passado
Ó tu, que vens por essa porta adentro com largos passos,
Ó tu que me vens esconder o futuro apresentado,
Ó tu que me ergues acima dos teus sonhos.
Vem, diz-me quantas cores o preto tem,
Diz-me quantas utopias guardas debaixo da almofada,
Diz-me apenas quanto tempo aguentarás.
Descalça os sapatos e repousa,
Manter-te-ei aqui como mantenho os segredos nos ventrículos
Sorrir-te-ei, acomodar-te-ei e matar-te-ei.
Ó estranho que me entra pela porta adentro,
Tu sabes que eu sei,
Sabes que ambos sabemos
Mas preferes padecer aqui como manda a própria lei.
14 de abril de 2009
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