27 de setembro de 2011


Não devia estar aqui, muito menos a escrever isto. Não sei se o vais ver, não sei o que vais fazer quando o vires, mas por favor não te chateies comigo. Tinha de o fazer, tinha de o escrever.. não diretamente a ti.. mas algo que um dia visses.
Mandei-te uma mensagem pelo facebook a dizer que és tudo o que uma pessoa pode querer.. e é verdade, quero que sintas que é verdade, quero que te sintas amada, porque és, quero que te sintas feliz.
Muitas vezes penso em tudo o que se passou conosco.. já la vai 2 anos, e ainda me recordo de cada palavra que dissemos uma à outra.. não sei se esse amor foi verdadeiro da tua parte, mas quero que saibas que apesar de tudo foi verdadeiro pela minha, que foi forte, porque é verdade tudo o que senti por ti não foi em vão, tudo o que senti por ti não foi desperdiçado.. tu foste a primeira rapariga por quem senti isso de uma forma tão grande tão forte.. que agora em cada amor que tenho tento procurar algo de ti nas outras pessoas.. não sei porque.. talvez porque contigo senti mesmo que era verdade, talvezz porque sei que foste a pessoa que mais amei e que TU tens tudo para fazer uma pessoa feliz. Quando gostas, quando és verdadeira és a melhor pessoa que alguém pode querer, és inteligente, és carinhosa, és amiga.. e não quero que nunca sintas o contrário disso porque isso é tudo verdade. És amada pelos teus amigos, pela tua familia e és amada em segredo por outro alguém. Não sei que desabafo é esse, não sei o que me deu para escrever isso.. mas há certas alturas da minha vida em que me questiono se ainda gosto de ti, se sinto algo por ti.. porque sempre que estou com alguém, procuro algo de ti nessa pessoa. Há certas memórias que nunca esqueci, que não vou esquecer. Quero que saibas que tenho um enorme carinho por ti sofia, nunca te esqueças disso. Espero que quando vires isso não te chateies comigo.. e vem falar comigo, para saber que alguma vez leste isso. Beijinhos.. pitinha. you are everything a person could want .. and my biggest regret is that I let you go.

Maria João Furtado, escreveste isto para mim, mas o mínimo que posso fazer é publicá-lo. Obrigada.
Tenho também que pedir desculpa por algo que não tenho a culpa, mas que lamento. Desculpa ter sido tão importante ao ponto de ser um ponto de referência na tua vida. Desculpa ter ido demasiado longe nesse teu "enleio".
(não sei tirar o rasurado, duh)

21 de novembro de 2010

He was

He was a friend of mine, and he was a friend of mine.

Talvez já se tenha passado demasiado tempo e nenhuma destas palavras faça sentido, mas nunca cheguei a dizer-lhe o quão importante foi. Gosto de pensar que ele soube e que, quando tudo acabou, foi exactamente por tudo ser demasiado grande que não foram necessárias palavras. Amei-o e ele foi-se embora, apenas isso.
Tê-lo ao meu lado fez com que tudo fizesse um pouco mais de sentido e com que a vida fosse mais fácil de se suportar. Naquela altura sentia-me como uma menininha indefesa à beira de um precipício e foi ele que me deu a mão e me levou para sítios mais seguros. Crescemos juntos, fizemos questões às quais ainda ninguém nos respondeu, experimentámos sentimentos, apoiámo-nos mutuamente.
Quando o tinha a meu lado sentia-me segura e amada, e isso é uma combinação de sentimentos muito rara de se obter. Tudo isto deixa marcas demasiado profundas para que seja esquecido. É por isso que, cada vez que ouço o seu nome, não posso deixar de sentir uma nostalgia enorme, no entanto, sorrio cada vez que o ouço. Lamento, mas tenho que concordar com aquele enormíssimo cliché: Não vou chorar porque acabou, mas sorrir porque aconteceu. E embora custe vê-lo desaparecer da minha vida aos poucos, tudo o que posso querer para ele é que seja feliz. Penso que é isso a que chamamos amor.

7 de março de 2010

5/6

Invades-me em sonhos com memórias do que nunca acontecerá. Insistes em pertencer a um futuro que guarda rancor do passado, que é onde pertences. E enquanto me tiras o sono, vou deambulando por um presente saudadoso.


Sonhos !

18 de fevereiro de 2010

Lost

Dont throw the anchor down. Dont try to pull me out. Just set your sails again. I'm lost. Set your Bow to the shore again. I'm lost. I'm not staying. You cant save me. I'm losing breath. So give me death. I've tried it all before..waded in the deepest shores. Now I'm not tall enough. Oh I've drowned. No I'm not strong enough. Let me drown.

26 de janeiro de 2010

C

We never were strong enough, I don't know why I sang those words to you.

Bitter Sweet - Josh Royse

No I can't say love. The thought of it burns my weary lips. Oh I can't say the words if they still hurt buried in our kiss. They speak of 'bitter sweet' but if history repeats I'll be tasting nothing. But you have a way of making the taste of breaking worthy of a risk. You have a way of taking the pain of memory from a hole in my soul that won't be missed. So if you dig beneath my scars I hope you find a worthy heart. Girl you're working so hard.

Why do you try so hard girl? Loving you now will wreck my world.
Why do you try so hard girl? Loving me now will wreck your world.

7 de janeiro de 2010

Vent

Sempre detestei pessoas ignorantes, daquelas que não percebem nada do que dizes e não têm um pingo de cultura geral, daquelas que dá vontade de dizer "Seu ignorante de merda, não sabes falar de outra coisa? Pára de ser fútil, porra!". Pois bem, estou a assumir-me como ignorante.
E agora que só me restam futilidades para brincar e fazer conversa sobre, não páro de me perguntar de quem é que será a culpa. Claro, é sempre mais fácil culpar os outros e eu não sou a excepção que confirma a regra.
O que se passa é que eu vejo pessoas da minha idade a falarem-me de coisas que eu nunca ouvi na vida, falam, perguntam, querem respostas, querem que lhes dê trela. Mas meus caros, eu não vos posso dar trela, eu sou inculta, eu não quero saber disso e magoa-me sentir-me inferior perante vocês. Sim, porque eu sou uma convencida de merda e durante toda aminha vida me habituei a não precisar de me esforçar conseguir o que queria... Era tudo tão fácil, tudo tão visto de cima.
O mais ridículo é que neste momento estou a pensar que até o meu ortodontista tem culpa porque se não fosse ele a pôr-me os dentes direitos, nesta altura não fugia de uma conversa com um sorriso que cala toda a gente. Quero voltar a ter aparelho! As barrinhas metálicas nos dentes traziam sabedoria, a sério que sim.
E como sempre, vomitei estas palavras porque estou farta. Estou farta de ficar a olhar para alguém quando me dizem que o Corishih que está a acontecer no país Tibludoi é muito preocupante porque os Tibludoidanos estão a ficar com o urhipoi em baixo e podem começar revoltas como a de Raichtpu. It's chinese man!
Mas eu tento, eu juro que tento, a informação é que não me chega aos ouvidos (agora é a parte em que culpo a sociedade, yeii) e eu tenho imensa dificuldade em processá-la. E porquê? Não sei.
Gosto de culpar imensas coisas que nao vou revelar aqui senão morreria de vergonha.
Pá, não quero saber, nos meus pesadelos sonhava com uma vida em que me contentava com o suficiente e é o que estou a ter agora. Uma vida em que o suficiente para mim é insuficiente. E vou continuar a lutar e a fingir até conseguir o que quero. Se não conseguir terei todo o prazer em culpar a sociedade e o mundo.
Venham daí as críticas e as lições morais, eu oiço-as todas, penso e enfio-me no armário. É isso que faço.

2 de dezembro de 2009

pfff

Há uns dias zanguei-me com as palavras e desde aí só uso as necessárias. Não me apetece usá-las, neste momento não fazem nenhum sentido para mim.

10 de novembro de 2009

Às vezes ainda sonho que todas as palavras que me dizes são mentira, que tudo o que dizes que se passa contigo é mentira, estás só a espera que eu perceba.




Dreamer